I was… er, he was… oh, sod it!


“Você sempre recua. Você hesita, resiste, persiste enquanto eu me perco no teu labirinto procurando uma saída viável sem danos. Você não se entrega, não se joga, não se rende, mas também não te culpo. Eu tenho medo de tudo isso, você sabe. De gostar, de querer, de precisar sendo que você sempre foi embora. Em todas as outras vezes, com todas as outras. Mas tudo bem, porque se não for você, será qualquer outro, então é melhor que seja você. Quero dizer, tanto faz, eu gosto da gente. Mesmo. E eu tenho medo disso te assustar tanto quanto a possibilidade de tudo isso ir para frente me assusta. Aliás, eu sei que isso te apavora. Você tenta subtrair nossas compatibilidades – que são poucas, enquanto eu tento reunir nossas semelhanças para eu não me sentir uma criança no meio de gente grande. Você faz pouco caso de nós dois enquanto segurar na sua mão é a melhor coisa do mundo atualmente. Você é tão alto e monstruoso enquanto eu sou uma formiguinha sem graça. Você é um universo inteiro enquanto eu sou só um dos teus planetas. Você tem medo de me deixar entrar, de eu te fazer ficar, da gente se ajeitar, do nosso abraço deixar de desajeitado para coerente e atrativo para ambas as partes – mais do que já é. Você não é bonito como um galã da Malhação, nem o tipo de garoto que Meg Cabot se inspiraria, mas tem algo que te pertence, que eu simplesmente não consigo abrir mão. Tem algo aí dentro de você, que não me deixa desistir. Eu prometo ir de vagar então não recue. Não hesite, nem resista. Para de fugir enquanto tudo o que te faz parte quer voltar pra mim. Eu dou um jeito de dar certo, prometo.” — Germana K. (icanbeyourcocaine)

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Alistair’s rose


“É bom te irritar, é tão satisfatório guria. Você fica brava ou pelo menos tenta, e então passa a me ignorar, eu te chamo uma, duas, três, quatro, cinco, dez vezes, e você me responde do jeito mais ignorante que consegue. Eu acho uma graça. Até sorrio enquanto você tenta manter a pose de durona, não me olha nos olhos e quando eu peço pra olhar, você vira e revira os olhos. Mimada. Peço desculpas uma, duas, três, quatro, cinco, dez vezes, mesmo sabendo que daqui dez minutos, estaremos fazendo tudo de novo.” — c-o-n-t-i-n-e-n-t-e (via c-o-n-t-i-n-e-n-t-e)

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